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Diálogos em Filosofia Política

AULA 1 – Maquiavel: A Crítica Radical Oculta N’o Príncipe

Nesta primeira aula, discutiremos a filosofia política de Nicolau Maquiavel e suas implicações para aqueles que desejam pensar, com rigor e profundidade, tanto o direito penal quanto a criminologia. A despeito de quase 500 anos nos separarem do autor de O Príncipe, creio que os alunos se surpreenderão com a atualidade das reflexões deste gigante da filosofia política. E mais, veremos que Maquiavel compreendia claramente aquilo que muito do senso comum de nosso tempo insiste em negar: o papel central do poder punitivo para a manutenção do Estado.

AULA 2 – Hobbes: A Sociabilidade Centrada No Medo

Neste segundo encontro, examinaremos o contratualismo de Thomas Hobbes (1588-1679), amplamente reconhecido como o pai da filosofia política moderna. Hobbes não era autor dado a floreios e pieguismo: proferiu com clareza aquilo que, para ele, era a razão de ser do Estado e a humanidade, e os meios de garantir a ordem instaurada pelo consenso da multidão.

AULA 3 – Locke: Liberdade, Desigualdade E Propriedade

Autor máximo da filosofia política liberal, John Locke (1632-1704) é famoso por ter desenvolvido um novo contratualismo, rompendo com o absolutismo hobbesiano. Os esforços intelectuais do autor de Dois Tratados Sobre o Governo estão centrados na legitimidade do poder político e, por óbvio, nas possibilidades de perda dessa legitimidade mesma, de que redundaria a possibilidade de insurgência, rebelião ou, para dizer claramente, revolução popular. Todavia, o que está oculto no contratualismo lockeano? Seria possível a liberdade no marco destas relações de sociabilidade? Qual o papel desempenhado pelo poder punitivo nesta “terra da liberdade”?

AULA 4 – Rousseau: Entre O Amor E O Ódio

Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) é, sem dúvida alguma, um dos filósofos mais controversos da modernidade, despertando reações as mais díspares entre seus comentadores. Teria sido uma espécie de demônio, fundamentador das formas mais violentas de totalitarismo, ou, ao contrário, teria firmado uma crítica frontal à sociedade de seu tempo, apontando para a necessidade de uma nova sociabilidade? O que Rousseau tem a dizer sobre os contratualismos de seu tempo?